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| Imagem: Reprodução Internet |
Muitos
dos brasileiros aptos a votar nesta eleição terão a opção de não assistir aos
programas políticos passados na televisão. Há quem goste e ache a melhor
maneira para escolha de seu candidato, outros detestam a interrupção na
programação normal. Posso dizer que uma boa parte destes últimos vão para a TV
por assinatura.
O
número de residências com TV paga vem crescendo. Em junho chegou a 18, 968
milhões de assinantes, uma média de 29% das residências do país, segundo dados
da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Isso mostra que parte dos
eleitores podem migrar de canal nas horas dos programas eleitorais. É claro que
os candidatos estão de olho nisso. Eles devem intensificar a propaganda na
internet, especialmente nas redes sociais, como também, a mesma história de
sempre, poluir visualmente as ruas das cidades com seus nomes e números.
É
valida a propaganda na TV, mas no formato de comercias nos intervalos dos
programas, que já ocorre, além das entrevistas nos telejornais e debates. Os
candidatos a presidente e a governador desta forma terão suas propostas e
avaliações divulgadas. Os que pleiteiam vagas de senador e de deputado vão a
seus domicílios eleitorais e façam suas campanhas. Outro problema que vemos nos
horários políticos é aliança de partidos para obterem maior tempo na televisão.
Com isso, adversários fazem aliança para mais tarde serem beneficiados com a
divisão de cargos públicos.
Nós
eleitores queremos conhecer os candidatos, saber seus projetos, propostas,
avaliações. Também desejamos almoçar vendo o noticiário, relaxar depois do
trabalho assistindo uma novela, um programa, ou, saímos do canal aberto. Sei
que não mudarei esse fato, só espero um Brasil melhor para todas as classes
seja na saúde, segurança, emprego e economia.

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