sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Não há geração de emprego



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O universitário bem preparado e oriundo de uma boa instituição tem dificuldades de conseguir uma colocação profissional. Na Bahia, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em setembro a construção civil e o comércio abriram mais de mil vagas cada, em postos formais, tendo o agronegócio eliminado 1.150 trabalhadores. A geração de emprego para outros setores, a exemplo dos recém-graduados em comunicação social, é pequena.

A economia brasileira está passando uma fase de três trimestres consecutivos de recessão, a inflação bate o teto da meta de 6,5%, o financiamento de bens ficou mais caro. Esses dados ruins refletem na criação de empregos, especialmente para mão de obra especializada. 

O país precisa receber investimentos e para isso, o Brasil tem que mostrar confiança e rentabilidade. Se a economia crescer, como “efeito dominó” o nível de emprego sobe, o consumo aumenta, os recursos federais também. Desta forma, se as autoridades políticas eleitas desejarem um investimento direcionado em educação básica e média, e saúde tornará possível que no futuro, os novos jovens, tenham possibilidade de criar negócios próprios a partir do desenvolvimento da criatividade, como as tecnológicas, ou serem mão de obra qualificada permitindo que grandes empresas se instalem no Brasil.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A força da música em nossa vida


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Sons, ritmos, melodias, um toque qualquer... A música vem primeiramente de dentro de nós para fora, se manifestando no canto dos pássaros, na cigarra. É primitiva, chegou antes de todos com a gota da chuva encostando-se ao solo. És bela em suas inúmeras variações.

A música se torna única, pois contagia a maioria de nós lembrando-se dos momentos felizes, ao que está acontecendo e ao que sonhamos para o futuro. Ela independe de gênero, não existindo um pior ou melhor, apenas o sentimento que se vive ou acesso que sem tem a sua diversidade.

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No amor, na desilusão, na festa, com amigos, pra chorar! Usamos as melodias para embalarem as danças de nossa existência. Fechamos os olhos e só ouvimos, neste segundo a alma se movimenta, pula, roda, sorrir para o universo dizendo sou único, sou poesia, exporto alegria.

A força da música em nossa vida é imensa, pois ela não deixa-nos abandonados um único dia. Mesmo isolado em um quarto escuro, a mente lembra e canta. Por isso, cante em todos os momentos, faça de seus estudos letras a serem recitadas mentalmente nas provas, mude seu humor ouvindo a alegria dos pops, coloque para fora através do choro sua magoas escutando uma melodia romântica. Embale sua vida de música e deixe ela te transportar para mundos desconhecidos dos outros, mas particular seu. Apenas ouça... Música.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Delicada, mas forte. Por que agridem as mulheres?



Em pleno 2014, no século XXI, as mulheres ainda são vitimas do machismo, que prepondera em todo o Brasil, dos lares mais humildes até os mais ricos. A violência acontece de várias formas e vão aumentando de grau: uma ofensa, um empurrão, um tapa, uma surra, um estupro, um assassinato.

Dados do Ipea revelam que 16,9 mil mulheres sofreram feminicídio ou mortes por conflitos de gênero, entre 2009 e 2011. Na maioria dos casos as agressões ocorrem por parceiros íntimos: o marido, o namorado; com motivações que partem do machismo, algumas vezes sob o efeito do álcool. 

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Por que agridem as mulheres? Elas são iguais aos homens em direitos e deveres, segundo as leis que regem o país. Porém a revolução sexual ainda é recente no Brasil pode-se dizer que nos anos de 1970 elas conseguiram pequenas mudanças, como direito ao divórcio. Mesmo separadas de seus conjugues sofriam com o machismo, especialmente o profissional, tendo dificuldades para ingressar nas carreiras “de homem”, a exemplo das engenharias e das forças armadas.

As mulheres são agredidas porque certos homens acham-se superior a elas crendo e afirmando que são mais fortes, que elas tem que ser submissas. Muitas mulheres possuem culpa na perpetuação deste pensamento. Elas criam o filho e a filha de maneira diferente, diferenciando totalmente os papeis de cada sexo, o homem age assim e a mulher desta forma. Não ensinam a igualdade que existe!

Para o menino a farra, a bebida, as saídas noturnas com amigos, a “pegação”, o sexo. Para as meninas uma frase: “Se comporte feito moça de família, olhe sua roupa! Isso são horas de estar na rua? Vai ficar mal falada”. É isso! O preconceito entrou na cabeça das pessoas e para não haver rechaçamento da sociedade, acatam-se as convenções.
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Não existe justificativa para agredi quem quer que for, especialmente a mulher. Os casos mostram que muitas violências ocorrem por sentimento de machismo ferido. Eles negam, dizem que só xingaram, contudo o terror psicológico praticado com frequência desestabiliza o emocional de uma pessoa. Usam a honra destruída para machucar e não percebe que nas relações felizes existe uma palavra entre o casal, o respeito. Respeito à individualidade do outro, ao pensamento, ao ir e vir. Tudo com muita conversa.


Portanto, é preciso entender que não existe superioridade e inferioridade entre o masculino e o feminino. Eles tem o mesmo papel na sociedade, podem fazer as mesmas coisas, vestirem o que quiser. A mulher tem que se impor e se sofrer algum tipo de violência, denunciar, buscar seus direitos com as delegacias especializadas, discar 180. Viva a mulher com sua força escondida sobre a delicadeza de seus gestos, ações e desejo de cuidar do outro.