domingo, 9 de novembro de 2014

O verdadeiro programa social



Muito se discutiu na última eleição presidencial, que culminou com a reeleição de Dilma Rousseff, sobre os avanços do Brasil no campo social. Discussões a cerca da origem de programas, de sua real eficácia, se provocou avanços além da distribuição de dinheiro e outras coisas.

O Brasil tem um problema social histórico onde uma pequena parte é detentora da maior fatia da riqueza nacional. Deixando uma parcela considerável longe de ter acesso à boa educação, saúde, moradia e alimentos. Estas questões são verdadeiras e fácil de comprovar andando, principalmente, nos centros e periferias das grandes e médias cidades brasileiras.

A Constituição mais recente, 1988, tem em sua essência ser democrática, liberal e com preocupações sociais. O que já vem sendo posto em prática, a exemplo das leis do Caó – 7.716/1989, para proteger a igualdade racial e a tolerância religiosa – e da Assistência Social – 8.742/1993, para atendimento das necessidades básicas pelo Estado. Óbvio que essas leis deram origem a outras mais especificas e abrangentes, e que o problema social é grande para ser resolvido rapidamente.

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Porém, mesmo com distribuição de renda através do Bolsa Família – que veio do Vale Gás e Bolsa Escola, o Brasil só avançará significativamente na área social quando sua população tiver: EDUCAÇÃO E SAÚDE.  Não é só a criança ir à escola, esta instituição tem que ser de excelente qualidade seja em sua estrutura: com teto, mesas, cadeiras, banheiros usáveis, luz; seja com uma merenda escolar que proporcione aqueles que só tem, as vezes, essa refeição, todos os nutrientes necessários; também e muito importante, professores qualificados e motivados para dar o melhor de si os estudantes Já a saúde é condição primordial para qualquer criança poder estudar, desenvolvendo-se para ser um adulto com boa condição física. 

O verdadeiro programa social é aquele que prioriza uma educação básica de qualidade preparando os jovens para serem mão de obra qualificada e potenciais idealizadores de novos desenvolvimentos nas ciências, tecnologias, medina e outros. O futuro do Brasil é fazer com que o Bolsa Família exista, mas que nenhum brasileiro entre em sua faixa de beneficiários.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Concurso público precisa trazer eficiência para o serviço do Estado


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Os concursos públicos não são a melhor forma de escolher servidores do Estado. Esta forma de seleção apenas identifica pessoas capazes de resolver uma prova de múltipla escolha, normalmente com conteúdos que passam pelo português, raciocínio lógico, atualidades e direito público. Não medem a capacidade de se relacionar com o cidadão - especialmente alguém que venha atender – os colegas e o próprio serviço.

Segundo Fernando Fontainha, da Fundação Getulio Vargas, em entrevista a Veja: “a vocação aparece no desejo de fazer o trabalho para o benefício da sociedade, ainda que ganhando menos. No Brasil, como a relação salarial é invertida, a vocação não existe”. Na França, um juiz equivalente ao um ministro do Supremo Tribunal Federal ganha uma média de 26 mil reais, o mesmo que um magistrado em início de carreira neste país. 

O que atrai o brasileiro são os salários, a estabilidade e o estacionamento, não precisando se atualizar com as mudanças constantes na forma e maneira de trabalhar. Isso mostra o medo de ir para uma empresa privada construir carreira e ainda ter que pertencer ao grupo dos melhores, que ficam e crescem na instituição.

Os concursos públicos deveriam ter mais de uma fase, onde primeiro se faz a prova de múltiplaescolha e depois se analisa o perfil de trabalho e relacionamento do candidato. Para Fernando, uma saída é a criação de escolas para formação de servidor público, já que o estágio probatório é mera formalidade. Outra saída pode ser a exigência de experiência na função, por exemplo: que vai lidar com atendimento, ter trabalhado em uma loja – farmácia – telemarketing. 

Portanto, é preciso tornar o serviço público eficiente, não apenas escolhendo profissionais que fazem bem uma prova, e sim, aquele que tem vocação desejando prestar o melhor serviço para o bem de seu povo, de seu país e claro, o seu próprio.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Não há geração de emprego



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O universitário bem preparado e oriundo de uma boa instituição tem dificuldades de conseguir uma colocação profissional. Na Bahia, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em setembro a construção civil e o comércio abriram mais de mil vagas cada, em postos formais, tendo o agronegócio eliminado 1.150 trabalhadores. A geração de emprego para outros setores, a exemplo dos recém-graduados em comunicação social, é pequena.

A economia brasileira está passando uma fase de três trimestres consecutivos de recessão, a inflação bate o teto da meta de 6,5%, o financiamento de bens ficou mais caro. Esses dados ruins refletem na criação de empregos, especialmente para mão de obra especializada. 

O país precisa receber investimentos e para isso, o Brasil tem que mostrar confiança e rentabilidade. Se a economia crescer, como “efeito dominó” o nível de emprego sobe, o consumo aumenta, os recursos federais também. Desta forma, se as autoridades políticas eleitas desejarem um investimento direcionado em educação básica e média, e saúde tornará possível que no futuro, os novos jovens, tenham possibilidade de criar negócios próprios a partir do desenvolvimento da criatividade, como as tecnológicas, ou serem mão de obra qualificada permitindo que grandes empresas se instalem no Brasil.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A força da música em nossa vida


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Sons, ritmos, melodias, um toque qualquer... A música vem primeiramente de dentro de nós para fora, se manifestando no canto dos pássaros, na cigarra. É primitiva, chegou antes de todos com a gota da chuva encostando-se ao solo. És bela em suas inúmeras variações.

A música se torna única, pois contagia a maioria de nós lembrando-se dos momentos felizes, ao que está acontecendo e ao que sonhamos para o futuro. Ela independe de gênero, não existindo um pior ou melhor, apenas o sentimento que se vive ou acesso que sem tem a sua diversidade.

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No amor, na desilusão, na festa, com amigos, pra chorar! Usamos as melodias para embalarem as danças de nossa existência. Fechamos os olhos e só ouvimos, neste segundo a alma se movimenta, pula, roda, sorrir para o universo dizendo sou único, sou poesia, exporto alegria.

A força da música em nossa vida é imensa, pois ela não deixa-nos abandonados um único dia. Mesmo isolado em um quarto escuro, a mente lembra e canta. Por isso, cante em todos os momentos, faça de seus estudos letras a serem recitadas mentalmente nas provas, mude seu humor ouvindo a alegria dos pops, coloque para fora através do choro sua magoas escutando uma melodia romântica. Embale sua vida de música e deixe ela te transportar para mundos desconhecidos dos outros, mas particular seu. Apenas ouça... Música.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Delicada, mas forte. Por que agridem as mulheres?



Em pleno 2014, no século XXI, as mulheres ainda são vitimas do machismo, que prepondera em todo o Brasil, dos lares mais humildes até os mais ricos. A violência acontece de várias formas e vão aumentando de grau: uma ofensa, um empurrão, um tapa, uma surra, um estupro, um assassinato.

Dados do Ipea revelam que 16,9 mil mulheres sofreram feminicídio ou mortes por conflitos de gênero, entre 2009 e 2011. Na maioria dos casos as agressões ocorrem por parceiros íntimos: o marido, o namorado; com motivações que partem do machismo, algumas vezes sob o efeito do álcool. 

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Por que agridem as mulheres? Elas são iguais aos homens em direitos e deveres, segundo as leis que regem o país. Porém a revolução sexual ainda é recente no Brasil pode-se dizer que nos anos de 1970 elas conseguiram pequenas mudanças, como direito ao divórcio. Mesmo separadas de seus conjugues sofriam com o machismo, especialmente o profissional, tendo dificuldades para ingressar nas carreiras “de homem”, a exemplo das engenharias e das forças armadas.

As mulheres são agredidas porque certos homens acham-se superior a elas crendo e afirmando que são mais fortes, que elas tem que ser submissas. Muitas mulheres possuem culpa na perpetuação deste pensamento. Elas criam o filho e a filha de maneira diferente, diferenciando totalmente os papeis de cada sexo, o homem age assim e a mulher desta forma. Não ensinam a igualdade que existe!

Para o menino a farra, a bebida, as saídas noturnas com amigos, a “pegação”, o sexo. Para as meninas uma frase: “Se comporte feito moça de família, olhe sua roupa! Isso são horas de estar na rua? Vai ficar mal falada”. É isso! O preconceito entrou na cabeça das pessoas e para não haver rechaçamento da sociedade, acatam-se as convenções.
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Não existe justificativa para agredi quem quer que for, especialmente a mulher. Os casos mostram que muitas violências ocorrem por sentimento de machismo ferido. Eles negam, dizem que só xingaram, contudo o terror psicológico praticado com frequência desestabiliza o emocional de uma pessoa. Usam a honra destruída para machucar e não percebe que nas relações felizes existe uma palavra entre o casal, o respeito. Respeito à individualidade do outro, ao pensamento, ao ir e vir. Tudo com muita conversa.


Portanto, é preciso entender que não existe superioridade e inferioridade entre o masculino e o feminino. Eles tem o mesmo papel na sociedade, podem fazer as mesmas coisas, vestirem o que quiser. A mulher tem que se impor e se sofrer algum tipo de violência, denunciar, buscar seus direitos com as delegacias especializadas, discar 180. Viva a mulher com sua força escondida sobre a delicadeza de seus gestos, ações e desejo de cuidar do outro.