Muito se discutiu na última
eleição presidencial, que culminou com a reeleição de Dilma Rousseff, sobre os
avanços do Brasil no campo social. Discussões a cerca da origem de programas, de
sua real eficácia, se provocou avanços além da distribuição de dinheiro e
outras coisas.
O Brasil tem um problema
social histórico onde uma pequena parte é detentora da maior fatia da riqueza
nacional. Deixando uma parcela considerável longe de ter acesso à boa educação,
saúde, moradia e alimentos. Estas questões são verdadeiras e fácil de comprovar
andando, principalmente, nos centros e periferias das grandes e médias cidades
brasileiras.
A Constituição mais recente,
1988, tem em sua essência ser democrática, liberal e com preocupações sociais.
O que já vem sendo posto em prática, a exemplo das leis do Caó – 7.716/1989,
para proteger a igualdade racial e a tolerância religiosa – e da Assistência
Social – 8.742/1993, para atendimento das necessidades básicas pelo Estado. Óbvio
que essas leis deram origem a outras mais especificas e abrangentes, e que o
problema social é grande para ser resolvido rapidamente.
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| Imagem Reprodução Internet |
Porém, mesmo com distribuição
de renda através do Bolsa Família – que veio do Vale Gás e Bolsa Escola, o
Brasil só avançará significativamente na área social quando sua população
tiver: EDUCAÇÃO E SAÚDE. Não é só a
criança ir à escola, esta instituição tem que ser de excelente qualidade seja
em sua estrutura: com teto, mesas, cadeiras, banheiros usáveis, luz; seja com
uma merenda escolar que proporcione aqueles que só tem, as vezes, essa refeição,
todos os nutrientes necessários; também e muito importante, professores
qualificados e motivados para dar o melhor de si os estudantes Já a saúde é
condição primordial para qualquer criança poder estudar, desenvolvendo-se para
ser um adulto com boa condição física.
O verdadeiro programa social
é aquele que prioriza uma educação básica de qualidade preparando os jovens
para serem mão de obra qualificada e potenciais idealizadores de novos
desenvolvimentos nas ciências, tecnologias, medina e outros. O futuro do Brasil
é fazer com que o Bolsa Família exista, mas que nenhum brasileiro entre em sua
faixa de beneficiários.

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