Jornalista americano de 40
anos, orgulho de seus país e de nós jornalistas. James Foley foi cruelmente decapitado
pelo grupo terrorista Estado Islâmico (Isis) com direito a boa iluminação e até
microfone de lapela em sua camisa. Tudo registrado e divulgado na
internet. Ele foi capturado em 2012 durante sua cobertura do conflito na Síria,
antes já tinha sido preso na Líbia, mas conseguiu ser libertado.
A família de James, óbvio, não
quis assistir ao vídeo. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comparou
o grupo a um câncer e que ideias assim não tem mais espaço no século XXI. Os
americanos continuam bombardeando alvos do Isis para conter seu avanço no
Iraque.
![]() |
| Foto Reprodução Internet |
Não é de hoje que os
profissionais da imprensa sofrem perseguição, censura, ameaças e mortes. Em 2013
foram assassinados 108 profissionais segundo a Federação Internacional dos
Jornalistas (IFJ) sendo 29% na região Ásia-Pacifico e 27% no Oriente Médio e países
árabes. No Brasil nesse mesmo ano aconteceram 5 mortes e cerca de 115 feridos.
O jornalista tem uma função
social de investigar, apurar e mostrar os acontecimentos. Não é fácil descobrir
os fatos e chegar próximo da notícia. Tem que ter muito amor com dedicação à
profissão. Que outros James tenham liberdade para trabalhar e proteção dos
países.

