quinta-feira, 21 de agosto de 2014

James Foley, a paixão por retratar o mundo



Jornalista americano de 40 anos, orgulho de seus país e de nós jornalistas. James Foley foi cruelmente decapitado pelo grupo terrorista Estado Islâmico (Isis) com direito a boa iluminação e até microfone de lapela em sua camisa. Tudo registrado e divulgado na internet. Ele foi capturado em 2012 durante sua cobertura do conflito na Síria, antes já tinha sido preso na Líbia, mas conseguiu ser libertado.

A família de James, óbvio, não quis assistir ao vídeo. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comparou o grupo a um câncer e que ideias assim não tem mais espaço no século XXI. Os americanos continuam bombardeando alvos do Isis para conter seu avanço no Iraque.
Foto Reprodução Internet
Não é de hoje que os profissionais da imprensa sofrem perseguição, censura, ameaças e mortes. Em 2013 foram assassinados 108 profissionais segundo a Federação Internacional dos Jornalistas (IFJ) sendo 29% na região Ásia-Pacifico e 27% no Oriente Médio e países árabes. No Brasil nesse mesmo ano aconteceram 5 mortes e cerca de 115 feridos.

O jornalista tem uma função social de investigar, apurar e mostrar os acontecimentos. Não é fácil descobrir os fatos e chegar próximo da notícia. Tem que ter muito amor com dedicação à profissão. Que outros James tenham liberdade para trabalhar e proteção dos países.

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