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| Imagem Reprodução Internet |
O universitário bem
preparado e oriundo de uma boa instituição tem dificuldades de conseguir uma
colocação profissional. Na Bahia, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), em setembro a construção civil e o comércio abriram mais de mil vagas cada,
em postos formais, tendo o agronegócio eliminado 1.150 trabalhadores. A geração
de emprego para outros setores, a exemplo dos recém-graduados em comunicação social, é pequena.
A economia brasileira está
passando uma fase de três trimestres consecutivos de recessão, a inflação bate
o teto da meta de 6,5%, o financiamento de bens ficou mais caro. Esses dados
ruins refletem na criação de empregos, especialmente para mão de obra
especializada.
O país precisa receber
investimentos e para isso, o Brasil tem que mostrar confiança e rentabilidade.
Se a economia crescer, como “efeito dominó” o nível de emprego sobe, o consumo
aumenta, os recursos federais também. Desta forma, se as autoridades políticas eleitas
desejarem um investimento direcionado em educação básica e média, e saúde
tornará possível que no futuro, os novos jovens, tenham possibilidade de criar negócios próprios a partir do desenvolvimento da criatividade, como as tecnológicas, ou
serem mão de obra qualificada permitindo que grandes empresas se instalem no
Brasil.

Esta dificuldade se dá à corrupção em que nosso país esta submergido. Os grandes conflitos sociais, tem seu inicio, no descompromisso dos governantes em promover o desenvolvimento humano brasileiro, afim, de promover uma fidedigna e igualitária distribuição das riquezas do Estado. Contrário a isto, o que temos são faculdades cheias de alunos que foram mau preparados, pelas instituições de ensino fundamental público, para enfrentar a vida academica, com toda sua demanda. E os poucos, que razoavelmente receberam uma formação adequada ao sair dela, tem que enfrentar o cancêr da corrupção, já infiltrado no mercado de trabalho.
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