sexta-feira, 27 de março de 2020

O Caos Aparente

O caos se instalou
Apossou a cabeça de muitos
Dúvidas
Medos
Incertezas do presente e do futuro

Dois e mil e vinte
Você é mais que moderno,
é contemporâneo...
Como assim?

Por que precisamos deixar de abraçar?!
É bom, sinto falta!

Por que não posso ir ao shopping?!
Quero ver gente!

É hora de mais.
De nunca ser tarde
Nunca é tarde

É o momento de ser feliz!
Agora? Louco!
Sim, é o presente!

Olhe para si, você é seu amor-próprio
Olhe pela janela, somos irmãos 

O que falta a humanidade?
Tantas sentimentos, tantos bons sentimentos.

É hora de deixar para trás, 
para a experiência...
O mal que fizemos ou a omissão teimosa...

Veja, dois e mil vinte ainda no início já ensinou tanto.
Tanta modernidade falsa, com cara de contemporaneidade benéfica 

A máscara que caia.
Caia a sua
Caia a minha 
Caia a de todos

Que apenas saibamos que somos mais que corpo
Somos um infinito que nunca acaba
Que se renova
Que evolui

O rumo não para
O caos é aparente,
aparentemente misterioso.
Só confie, apenas isso!



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